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Amamos a vida não porque estamos acostumados à vida,mas a amar. Há sempre alguma loucura no amor,
mas há sempre também alguma razão na loucura.
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"O inferno está lotado ainda, você sempre pensa que você está sozinho. E você nunca pode dizer a ninguém que você está no inferno ou eles vão pensar que você está louco. Mas ser louco é estar no inferno e ser sensato também. Aqueles que escapam do inferno nunca falam sobre isso e nada mais os incomoda depois disso. Quero dizer, coisas como falta de uma refeição, ir para a cadeia, bater seu carro ou mesmo morrer. Quando você perguntar-lhes, ‘como as coisas estão indo?’ eles vão responder: ‘bem, muito bem …’ Uma vez que você foi para o inferno e voltou é o bastante, é a mais silenciosa celebração conhecida. Uma vez que você foi para o inferno e voltou, você não olha para trás quando o chão range. O sol está no alto à meia-noite. E coisas como os olhos de ratos ou um velho pneu em um terreno baldio pode torná-lo feliz. Uma vez que você foi para o inferno e voltou." — Charles Bukowski

Eu sempre me senti desta forma, por isso não sei como me sentir de outra. Pensamentos insanos, confusos e perdidos estão ocupando minha mente cansada e tento achar um jeito de deixá-las ir. Mas elas não vão, elas não vão. Por favor, me ensine a enxergar a graça do mundo. Me ensine a enxergar a poesia oculta que se impregna em cada alma (em minha alma). Me ensine a ser paciente. Me ensine a ter uma mente mais calma, pois senão enlouquecerei. Carrego todas as dores do mundo em meu peito e isso me devasta. Carrego suas lágrimas e lastimas todas as noites e você nunca soube. Nossa sinfonia é a única coisa que consigo ouvir, pois sua própria melodia nunca esteve aqui. E isso mata-me. Porque o mundo se torna impossível em meus prantos, e não há nada que o amenize sem ser esses teus olhos que nunca admirei e sem ser essas faces que só encontro em sua face. 

“Agora vivo no meu canto, provocando a mim mesmo com a desculpa rancorosa e inútil de que o homem inteligente não pode seriamente se tornar nada, apenas o tolo o faz. Sim, senhores, o homem do século XIX que possui inteligência tem obrigação moral de ser uma pessoa sem caráter; já um homem com caráter, um homem de ação, é de preferência um ser limitado.”

Fiódor Dostoiévski

"Amei aquela criatura. Amei aquela criatura com amor, com todos os amores que estão no amor, o amor divino, o amor humano, o amor bestial, como o Santo Antonino amava a Virgem, como Romeu amava Julieta, como um bode ama uma cabra. Era estúpida, era triste. Eu deliciosamente apagava a minha alegria na cinza da sua tristeza; e com inefável gosto afundava a minha razão na densidade da sua estupidez." — QUEIRÓS, Eça de. “A Cidade e as Serras” 
Anônimo disse: Ah, o meu foi mais ou menos.

Por que?

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